terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Vacinação contra febre amarela está disponível em toda cidade. Saiba onde ir na Vila Mariana e veja se você precisa ser vacinado.


Os moradores da região da Vila Mariana na cidade de São Paulo podem ser vacinados em dois postos: UBS Professor Milton Santos, avenida Ceci, 2249, fone 5581 0426 e na UBS Sigmund Freud, avenida Indianópolis, 650, fone 5054 2851. As pessoas que irão viajar para o exterior em locais de risco devem se dirigir ao CRIE - UNIFESP, rua Borges Lagoa, 770, fone 5576 4993. Antes de tomar a vacina, veja se você realmente necessita ser vacinado.

Áreas de risco no Brasil

Precisam se vacinar, neste momento, pessoas que vão viajar ou vivem nas regiões que estão registrando casos da doença: leste de Minas Gerais, oeste do Espírito Santo, noroeste do Rio de Janeiro e oeste da Bahia. Todas as pessoas que vivem nesses locais devem tomar duas doses da vacina ao longo da vida.

O Espírito Santo, Rio de Janeiro e parte da Bahia não são áreas de recomendação para vacinação contra a febre amarela, por isso a recomendação é de que sejam vacinadas as pessoas que moram próximas à divisa com o leste de Minas Gerais. Não há necessidade de corrida aos postos de saúde, já que há doses suficientes para atender as regiões com recomendação de vacinação.

Orientações para a vacinação contra febre amarela para residentes em área com recomendação da vacina ou viajantes para essa área:

- Crianças de 6 meses a 9 meses de idade incompletos

A vacina está indicada somente em situações de emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem inadiável para área de risco de contrair a doença.

- Crianças de 9 meses até 4 anos 11 meses e 29 dias de idade

Administrar 1 dose aos 9 meses de idade e 1 dose de reforço aos 4 anos de idade, com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.

- Pessoas a partir de 5 anos de idade, que receberam uma dose da vacina antes de completar 5 anos de idade

Administrar uma única dose de reforço, com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.

- Pessoas a partir de 5 anos de idade, que nunca foram vacinadas ou sem comprovante de vacinação

Administrar a primeira dose da vacina e, 10 anos depois, 1 dose de reforço.

- Pessoas a partir dos 5 anos de idade que receberam 2 doses da vacina

Considerar vacinado. Não administrar nenhuma dose.

- Pessoas com 60 anos e mais, que nunca foram vacinadas ou sem comprovante de vacinação

O médico deverá avaliar o benefício e o risco da vacinação, levando em conta o risco da doença e o risco de eventos adversos nessa faixa etária ou decorrentes de comorbidades.

- Gestantes, independentemente do estado vacinal

A vacinação está contraindicada. Na impossibilidade de adiar a vacinação, como em situações de emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem para área de risco de contrair a doença, o médico deverá avaliar o benefício e o risco da vacinação.

- Mulheres que estejam amamentando crianças com até 6 meses de idade, independentemente do estado vacinal

A vacinação não está indicada, devendo ser adiada até a criança completar 6 meses de idade. Na impossibilidade de adiar a vacinação, como em situações de emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem para área de risco de contrair a doença, o médico deverá avaliar o benefício e o risco da vacinação. Em caso de mulheres que estejam amamentando e receberam a vacina, o aleitamento materno deve ser suspenso preferencialmente por 28 dias após a vacinação (com um mínimo de 15 dias).

Viajantes

Viagens internacionais: seguir as recomendações do Regulamento Sanitário Internacional (RSI).

Viagens para áreas com recomendação de vacina no Brasil: vacinar, pelo menos 10 dias antes da viagem, no caso de primeira vacinação. O prazo de 10 dias não se aplica no caso de revacinação.

A vacina de Febre Amarela

A vacina febre amarela é reconhecidamente eficaz e segura. Entretanto, eventos adversos podem ocorrer, como reações locais e sistêmicas, tais como febre, dor local, cefaleia (dor de cabeça), mialgia (dor no corpo), dentre outros. Atenção especial deve ser dada quando, após administração da vacina de febre amarela, a pessoa apresentar dor abdominal intensa.

Imunidade – os anticorpos protetores aparecem entre o sétimo e décimo dias após a aplicação, razão pela qual a imunização deve ocorrer dez dias antes de se ingressar em área de transmissão. É contraindicada para:

• Crianças com menos de 6 meses de idade.

• Pacientes com imunossupressão de qualquer natureza, como:

- Pacientes infectados pelo HIV com imunossupressão grave, com a contagem de células.

- Pacientes em tratamento com drogas imunossupressoras (corticosteroides, quimioterapia, radioterapia, imunomoduladores).

- Pacientes submetidos a transplante de órgãos.

- Pacientes com imunodeficiência primária.

- Pacientes com neoplasia.

Obs: Nos casos de pacientes com imunodeficiência, a administração desta vacina deve ser condicionada a avaliação médica individual de risco-benefício e não deve ser realizada em caso de imunodepressão grave.

• Indivíduos com história de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina e outros produtos que contêm proteína animal bovina).

• Pacientes com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica).

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Quer trabalhar como ambulante no carnaval de São Paulo? Veja como se cadastrar.

No Carnaval de Rua 2017 em São Paulo, que acontece de 17 de fevereiro a 5 de março, serão oferecidas 8 mil inscrições para venda de água, refrigerante e cerveja (não será permitida a comercialização de alimentos). Na Prefeitura Regional Vila Mariana, serão 800 vagas e o prazo final para cadastro é dia 11 de fevereiro. Os interessados devem ter mais de 18 anos, ser brasileiro, possuir cédula de identidade (válida e com foto) e inscrição no CPF e  comprovante de residência no município de São Paulo em seu nome (comprovação preferencialmente por meio de faturas de concessionárias).

O processo de seleção inclui as seguintes etapas:
  • 1ª etapa: inscrições feitas exclusivamente no site www.carnavalderuasp2017.com.br, por meio do preenchimento do requerimento de inscrição conforme a área de atuação escolhida e a seleção do local, data e horário onde será feita a apresentação dos documentos de comprovação de atendimento aos requisitos de inscrição;
  • 2ª etapa: convocação para credenciamento mediante a apresentação dos documentos de comprovação de atendimento aos requisitos de inscrição exigidos pelo regulamento no local, data e horário selecionados no momento da inscrição; participação obrigatória na palestra sobre noções de conduta, legislação básica, formas de atuação da fiscalização, vedações e obrigações; entrega da credencial e do material (kit do promotor de vendas) composto por colete de identificação e isopor.


INFORMAÇÕES
Prazo final para cadastro: 11 de fevereiro
Período do Carnaval 2017: 17 de fevereiro a 5 de março

Número de vagas:
Áreas de Atuação
Nº de Credenciais Disponíveis
Prefeitura Regional da Vila Mariana
800
Prefeitura Regional de Pinheiros
1.200
Prefeitura Regional da Sé
2.000
Demais Prefeituras Regionais
4.000
Total
8.000



quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Blocos de carnaval, veja o melhor dia para pular na Vila Mariana, Moema e Saúde.

Nesse ano, o feriado de carnaval cai no dia 28 de fevereiro, uma terça-feira, mas os blocos na cidade de São Paulo começam antes, uma espécie de "esquenta", e acabam depois do período carnavalesco. O clima de festa contagia toda a cidade. Se você mora na Vila Mariana, Moema ou Saúde, veja na tabela o melhor dia para brincar e se divertir perto da sua casa.


Por uma mídia sem partido


Os meios de comunicação exibem conteúdos que desenham a realidade sobre a qual as pessoas constroem suas vidas, formam valores e funcionam no cotidiano da sociedade. Perceba que o assunto do mês de agosto será a Olimpíada, que arrefecerá as pautas das operações da polícia federal e do judiciário, essas receberão menor destaque até o final das competições esportivas. Esse poder de estabelecer pautas na sociedade e no governo pode ser seletivo e como veremos tem escolhido mais alguns partidos do que outros para manchetes e editoriais negativos.

Na escola é importante que os professores apresentem todas as ideologias políticas e econômicas para que o aluno saiba das várias teses dos pesquisadores e pensadores e adquira capacidade crítica para analisar e escolher entre as muitas alternativas, na comunicação, que também educa, é a mesma coisa.

Algumas páginas da rede social têm feito esse trabalho de análise quantitativa e qualitativa. Elas comprovam que a mídia está tomando partido sem declarar sua posição partidária. O telespectador ou leitor que lê e não faz o exercício da crítica procurando o contraditório do que é apresentado, provavelmente toma para si o discurso das corporações mediáticas e reproduz no cotidiano como se fosse verdade absoluta e incontestável.

O jornalismo, à exceção dos artigos de opinião, tem por premissa reportar os fatos e informações bem fundamentados e apurados, para que a subjetividade do profissional ou da empresa não distorça o fato e o consumidor escolha, entre os vários pontos de vista da matéria, o seu. No entanto o que vemos são defesas de ponto de vista tão frequentes, escancaradas e vorazes que saem do jornalismo e entram no campo da publicidade.

Claro que não é proibido tomar partido, mas a ética jornalística, que a difere da publicidade, manda ter equilíbrio na divulgação das várias teses e lados de uma matéria ou fato veiculados. A propaganda pode tomar partido, o jornalismo não deveria.

Dá para perceber que as empresas de jornalismo da chamada grande imprensa têm iludido o leitor e dissimuladamente fortalecido os pensamentos e tendências defendidas por seus proprietários e editores, que todo dia são publicadas, na maioria das vezes sem contraditório. O resultado é que o consumo dessas informações e análises sem diversidade e pluralismo acabam catequisando e viciando muitos consumidores desse tipo de informação monocromática. Criam times, torcidas emocionadas e anulam razões e fatos.

Veja o gráfico produzido pelos pesquisadores do site Manchetômetro (http://www.manchetometro.com.br/) sobre manchetes negativas dos editoriais do jornal O Globo, um jornal partidário. Clique na imagem para ampliar



Entenda um pouco mais como as manchetes são construídas para esconder algumas coisas e mostrar outras de interesse das empresas de mídia na página do face: Caneta Desmanipuladora (clique aqui)

Victor Zacharias
Jornalista, publicitário e locutor pós graduado em Sócio Psicologia, com extensão em Políticas de Comunicação pela USP e Formação de Governantes pela Escola de Governo.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

FHC é podre de rico, mas podre que rico, diz Palmério Dória

Acho que está na cara que o papel da imprensa, a monopolista e quase toda a empresarial, é defender seus negócios e a ética jornalística que se dane.

Não é uma questão puramente moral a amante de FHC e seu filho fora do casamento. Quando se olha para o uso do poder presidencial, possivelmente dinheiro público, em conluio com a imprensa monopolista e a plutocracia, o milionários do momento, para esconder esse fato.

Assista o vídeo e veja conspiração do silêncio dos grandes meios que se rompe completamente agora. O assunto da traição matrimonial do ex-presidente Fernando Henrique e da armação que uniu banqueiro e imprensa para esconder o acontecido mereceu a investigação dos jornalistas da Caros Amigos no ano 2000, nesse tempo a direção da revista era o Sérgio de Souza (falecido). 

O que se soube hoje estava descrito há 16 anos na revista. Palmério conta que se organizou em torno desse fato naquele tempo uma força tarefa para tirar a Miriam Dutra do Brasil. Os principais participantes eram Serra,Sérgio Mota e Alberico de Souza Cruz (diretor da central globo de jornalismo). O que interessava a mídia era o PROER da imprensa e a entrada das empresas estrangeiras no setor de comunicação. Outra peça do jogo era o cunhado dela, Fernando Lemos, o poderoso lobista de Brasília que dominava a plutocracia. Tem também o Mário Sergio Conti que naqueles tempos era editor da revista Veja, o Conti foi aquele que entrevistou o sósia do Felipão pensando que era o técnico da seleção.Conti inventou um marido para a Miriam Dutra entrando nesse conluio com FHC. 

No final da campanha FHC ficou com a sobra de campanha, coisa de 130 milhões naquela época, de acordo com o dono do Bamerindus. Esse assunto e mais tantos outros estão no livro Príncipe da Pirataria do Palmério, que afirma que FHC "é podre de rico, mais podre do que rico".





sábado, 16 de maio de 2015

Ciclovias provocam novidades, conheça o passeio cultural e gratuito de bicicleta Biketour que completa dois anos

O jeito de viver numa grande cidade como São Paulo está mudando para melhor, as ciclovias são prova disso. Desde que começaram a ganhar o seu merecido espaço nas vias públicas o paulistano começa a pensar de modo diferente quando quer se mover pela quinta maior cidade do mundo.

As iniciativas culturais como a dos irmãos Moral mostram isso.

Bike Tour SP completa dois anos

Daniel e André perceberam que as mudanças no sistema de transporte da cidade vieram para ficar e como fãs das duas rodas criaram o projeto Biketour que une bicicleta, cultura, história e solidariedade. Deu tão certo que dia 17 de maio essa nova opção de lazer cultural vai celebrar dois anos, os criadores estimam que mais de 10.500 pessoas usufruiram desse passeio cultural.

O passeio é gratuito

O Bike Tour SP é um passeio de bicicleta gratuito, onde o participante recebe informações históricas e curiosidades sobre 52 pontos da cidade, tudo através de um áudio guia acoplado ao capacete do participante, nos idiomas Português e Inglês. 

Os passeios das rotas Av. Paulista e Centro Histórico acontecem aos domingos e das rotas Parque Ibirapuera e Faria Lima aos sábados, todas com cinco saídas diárias: 9h, 10h30, 12h, 13h30 e 15h. 

É um jeito gostoso de descobrir os pontos históricos da cidade, “Fico muito feliz em saber que muitas pessoas estão conhecendo a cidade pela primeira vez e através da bicicleta” conta Daniel.

Novidades inclusivas

No último ano o Bike Tour SP implantou várias novidades, como o Trenzinho, Tradução em Libras e a Hand Bike (uma bicicleta que é movida pelos movimentos das mãos), e mais gente pode desfrutar do passeio, isto é, os idosos, cegos e pessoas com mobilidade reduzida. André comemora a ampliação da inclusão e diz “Uma grande satisfação é saber que todas as pessoas podem participar, recentemente meu pai com 66 anos participou e adorou!”.

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Ainda em 2015 serão lançados mais dois roteiros em São Paulo e dois no Rio de Janeiro.

Como participar

Para participar, basta fazer a inscrição gratuita no site biketoursp.com.br e levar 2kg de alimento não perecível, que será doado ao NABEM (Núcleo Assistencial Bezerra de Menezes).

Ficou interessado?

Então faça contato com o Daniel ou André mande um email: daniel.moral@biketoursp.com.br. Eles tem página no facebook: www.facebook.com/biketoursp e conta no Instagram  @biketoursp

domingo, 12 de outubro de 2014

A gestão do governo Dilma é muito superior

É isso que está em jogo: a continuidade do governo de mudanças Lula-Dilma ou a volta ao passado. Compare.

O BRASIL REAL - DE 2002 A 2013

Por Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira. Fonte: Pátria Latina

1. Produto Interno Bruto:
2002 – R$ 1,48 trilhões
2013 – R$ 4,84 trilhões

2. PIB per capita:
2002 – R$ 7,6 mil
2013 – R$ 24,1 mil

3. Dívida líquida do setor público:
2002 – 60% do PIB
2013 – 34% do PIB

4. Lucro do BNDES:
2002 – R$ 550 milhões
2013 – R$ 8,15 bilhões

5. Lucro do Banco do Brasil:
2002 – R$ 2 bilhões
2013 – R$ 15,8 bilhões

6. Lucro da Caixa Econômica Federal:
2002 – R$ 1,1 bilhões
2013 – R$ 6,7 bilhões

7. Produção de veículos:
2002 – 1,8 milhões
2013 – 3,7 milhões

8. Safra Agrícola:
2002 – 97 milhões de toneladas
2013 – 188 milhões de toneladas

9. Investimento Estrangeiro Direto:
2002 – 16,6 bilhões de dólares
2013 – 64 bilhões de dólares

10. Reservas Internacionais:
2002 – 37 bilhões de dólares
2013 – 375,8 bilhões de dólares

11. Índice Bovespa:
2002 – 11.268 pontos
2013 – 51.507 pontos

12. Empregos Gerados:
Governo FHC – 627 mil/ano
Governos Lula e Dilma – 1,79 milhões/ano

13. Taxa de Desemprego:
2002 – 12,2%
2013 – 5,4%

14. Valor de Mercado da Petrobras:
2002 – R$ 15,5 bilhões
2014 – R$ 104,9 bilhões

15. Lucro médio da Petrobras:
Governo FHC – R$ 4,2 bilhões/ano
Governos Lula e Dilma – R$ 25,6 bilhões/ano

16. Falências Requeridas em Média/ano:
Governo FHC – 25.587
Governos Lula e Dilma – 5.795

17. Salário Mínimo:
2002 – R$ 200 (1,42 cestas básicas)
2014 – R$ 724 (2,24 cestas básicas)

18. Dívida Externa em Relação às Reservas:
2002 – 557%
2014 – 81%

19. Posição entre as Economias do Mundo:
2002 - 13ª
2014 - 7ª

20. PROUNI – 1,2 milhões de bolsas

21. Salário Mínimo Convertido em Dólares:
2002 – 86,21
2014 – 305,00

22. Passagens Aéreas Vendidas:
2002 – 33 milhões
2013 – 100 milhões

23. Exportações:
2002 – 60,3 bilhões de dólares
2013 – 242 bilhões de dólares

24. Inflação Anual Média:
Governo FHC – 9,1%
Governos Lula e Dilma – 5,8%

25. PRONATEC – 6 Milhões de pessoas

26. Taxa Selic:
2002 – 18,9%
2012 – 8,5%

27. FIES – 1,3 milhões de pessoas com financiamento universitário

28. Minha Casa Minha Vida – 1,5 milhões de famílias beneficiadas

29. Luz Para Todos – 9,5 milhões de pessoas beneficiadas

30. Capacidade Energética:
2001 - 74.800 MW
2013 - 122.900 MW

31. Criação de 6.427 creches

32. Ciência Sem Fronteiras – 100 mil beneficiados

33. Mais Médicos (Aproximadamente 14 mil novos profissionais): 50 milhões de beneficiados

34. Brasil Sem Miséria – Retirou 22 milhões da extrema pobreza

35. Criação de Universidades Federais:
Governos Lula e Dilma - 18
Governo FHC - zero

36. Criação de Escolas Técnicas:
Governos Lula e Dilma - 214
Governo FHC - 11
De 1500 até 1994 - 140

37. Desigualdade Social:
Governo FHC - Queda de 2,2%
Governo PT - Queda de 11,4%

38. Produtividade:
Governo FHC - Aumento de 0,3%
Governos Lula e Dilma - Aumento de 13,2%

39. Taxa de Pobreza:
2002 - 34%
2012 - 15%

40. Taxa de Extrema Pobreza:
2003 - 15%
2012 - 5,2%

41. Índice de Desenvolvimento Humano:
2000 - 0,669
2005 - 0,699
2012 - 0,730

42. Mortalidade Infantil:
2002 - 25,3 em 1000 nascidos vivos
2012 - 12,9 em 1000 nascidos vivos

43. Gastos Públicos em Saúde:
2002 - R$ 28 bilhões
2013 - R$ 106 bilhões

44. Gastos Públicos em Educação:
2002 - R$ 17 bilhões
2013 - R$ 94 bilhões

45. Estudantes no Ensino Superior:
2003 - 583.800
2012 - 1.087.400

46. Risco Brasil (IPEA):
2002 - 1.446
2013 - 224

47. Operações da Polícia Federal:
Governo FHC - 48
Governo PT - 1.273 (15 mil presos)

48. Varas da Justiça Federal:
2003 - 100
2010 - 513

49. 38 milhões de pessoas ascenderam à Nova Classe Média (Classe C)

50. 42 milhões de pessoas saíram da miséria

FONTES:
47/48 - http://www.dpf.gov.br/agencia/estatisticas
39/40 - http://www.washingtonpost.com
42 - OMS, Unicef, Banco Mundial e ONU
37 - índice de GINI: www.ipeadata.gov.br
45 - Ministério da Educação
13 - IBGE
26 - Banco Mundial

domingo, 14 de setembro de 2014

Campanha de Alckmin tem 70% de doação de empresas do cartel do Metrô

A construtora Queiroz Galvão, que forneceu R$ 2 milhões, e a CR Almeida S/A, com R$ 1 milhão, já são rés em processos da Justiça. A Serveng Civilsan S/A, que está sendo investigada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) doou mais R$ 1 milhão.
Do Uol
Por Gil Alessi
O governador do Estado de São Paulo e candidato à reeleição, Geraldo Alckmin (PSDB), recebeu R$ 4 milhões em doações para sua campanha eleitoral de três empresas que são investigadas por fraudes e formação de cartel em licitações do metrô de São Paulo e do Distrito Federal. O valor corresponde a 70% do total arrecadado pelo candidato (R$ 5,7 milhões). Alckmin lidera a disputa pelo Palácio dos Bandeirantes.
Em nota, a assessoria de imprensa de Alckmin informou que sua "campanha aceita apenas doações que estão de acordo com a Constituição. A Lei nº 9.504/97 (art. 24) permite que qualquer pessoa física ou jurídica, que esteja de acordo com as normas, participe do processo eleitoral".
Duas das empresas doadoras já são rés em processos na Justiça: a construtora Queiroz Galvão e a CR Almeida S/A Engenharia de Obras, que doaram respectivamente R$ 2 milhões e R$ 1 milhão ao comitê financeiro estadual para governador do PSDB. A Serveng Civilsan S/A Empresas Associadas de Engenharia, que é investigada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), colaborou com R$ 1 milhão.
Executivos dos consórcios dos quais a CR Almeida S/A Engenharia de Obras e a Construtora Queiroz Galvão fazem parte foram denunciados em 2012 por suspeita de fraude e formação de cartel na licitação para ampliar a linha 5-lilás do metrô de São Paulo. No total, 14 funcionários de 12 construtoras foram denunciados no caso.
As assessorias da Queiroz Galvão e da CR Almeida informaram que todas as doações são feitas de acordo com a legislação vigente.
A licitação foi aberta em outubro de 2008, quando o governador de São Paulo era José Serra (PSDB) -- ele deixou o cargo em 2010 para disputar a Presidência da República. Atualmente o tucano disputa uma vaga no Senado. Em 2013, Serra divulgou nota para afirmar que o governo de São Paulo não teve conhecimento e não deu aval para cartel em licitações do metrô.
A Serveng é investigada pelo Cade por suspeita de fraude em licitações realizadas em 2007 para compra de equipamento ferroviário e manutenção de linhas de metrô no Distrito Federal.
Em nota, a Serveng informou que "não possui contrato com o governo do Estado de São Paulo, por meio do Metrô, que seja objeto de investigação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica)".
Arrecadação de Skaf e Padilha
O peemedebista Paulo Skaf, que ocupa a segunda posição nas pesquisas na disputa pelo governo do Estado, declarou já ter arrecadado R$ 4,3 milhões, e o petista Alexandre Padilha, R$ 203 mil.
Os maiores doadores para a campanha de Skaf foram a Cosan Lubrificantes e Especialidades S.A e a Construtora OAS S/A que ofereceram R$ 1,5 milhão ao candidato. A OAS também é acusada de participar de fraudes e formação de cartel nas obras do metrô no Estado.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

A democracia da mídia precisa tem uma nova chance, volta Franklin Martins !

Franklin Martins durante o governo Lula preparou o Marco Regulatório das Comunicações para que seu sucessor arredondasse o projeto de lei e promovesse ampla consulta pública e enviasse o resultado para o Congresso Nacional, mas nada aconteceu nesse tema depois do governo Lula, infelizmente.

Nem houve reforma na mídia para democratizá-la e nem melhor distribuição de verba para contemplar os veículos de mídia, (mídia alternativa), que de alguma maneira tem um discurso diferente das grandes concessões de rádio e televisão. Agora com a saída da ministra Helena Chagas, que conforme seu texto sempre procurou "preservar e aprimorar" o critério de mídia técnica na política de publicidade do governo federal, há uma esperança de mudança.

É claro que para isso é preciso ter coragem, que não foi demonstrada até agora no enfrentamento: governo federal x oligopólio de comunicação. É claro que também estamos em tempos de eleição e de copa do mundo, o que faz supor que uma atitude para democratizar a mídia poderia trazer a possibilidade de mais danos ainda a imagem do governo, apesar do constante "apedrejamento por palavras" que acontece diariamente na telinhas, com ou sem razão, com ou sem provas.

Mas fica aqui a esperança de que alguém lá de cima olhe para o pedido democracia na mídia e na distribuição de verbas que muitos fazem aqui em baixo, de onde pela Constituição Federal emana o poder.

Volta Franklin e ajuda a gente a democratizar as comunicações nesse país, não podemos ficar nas mãos de poucas famílias que mandam e desmandam em quase tudo que é falado e escrito publicamente, queremos liberdade de expressão com diversidade e pluralidade, sem censura.


sábado, 4 de janeiro de 2014

Armadilha lulista - André Singer

Uma leitura atenta das respostas que o economista Luiz Gonzaga Belluzzo forneceu a Eleonora de Lucena na entrevista publicada no último domingo pela Folha, (reproduzida na íntegra abaixo desse texto do André), permite perceber, sobretudo na versão integral (disponível na internet), de maneira cristalina o impasse brasileiro contemporâneo. Se feitas as devidas pontes entre o quadro econômico ali analisado e a situação política, tem-se um retrato agudo do momento atual.

O professor da Unicamp mostra que o governo Dilma foi atingido em cheio pela segunda etapa da crise capitalista. Enquanto Lula viu-se beneficiado pelas "benesses do ciclo de commodities", a presidente pegou uma longa fase de depressão da economia mundial.

Para sustentar o dinamismo do Brasil em um contexto de desaceleração global seria necessário ter uma indústria forte. Mas, para tanto, o país precisava ter desvalorizado bastante o real, como já vinha alertando há alguns anos o ex-ministro Bresser-Pereira.

A presidente teve a coragem de enveredar na direção necessária, realizando significativa redução da taxa de juros contra o desejo do mercado financeiro. Ao diminuir o ganho rentista, reduz-se a atratividade do Brasil como plataforma de valorização do capital especulativo internacional e, dessa forma, ajuda-se a controlar o sobrepreço da moeda.

Ato contínuo, a equipe econômica e o Banco Central, orientados por Dilma, provocaram uma mididesvalorização do real, além de reforçar as medidas voltadas para restringir a liberdade de entrada e saída dos especuladores. Em outras palavras, mesmo que, como aponta Bresser-Pereira, não tenham sido na proporção devida, foram dados passos ousados para romper as amarras que impediam o Brasil de retomar o crescimento.

De repente, no final de 2012, começa a haver uma reversão. O BC anuncia que voltará a aumentar os juros. O que houve? O governo sentiu que não tinha força para prosseguir no caminho iniciado. Ao contrário de investir, os empresários se afastaram de Dilma, por considerá-la intervencionista. O eleitorado lulista, por sua vez, "é o pessoal mais desinformado sobre as razões dos problemas, que foi submetido a um processo de obscurecimento durante séculos", diz Belluzzo.

Resultado: em lugar de 2013 ser o ano da retomada que Dilma deve ter planejado, foi caracterizado pela reversão sistemática do que fora plantado no período precedente. A armadilha está em que, como o lulismo não é mobilizador, não pode politizar as questões de fundo, autoimpedindo-se de construir uma base social suficiente para sustentar a ruptura necessária. De onde, então, virá a energia capaz de quebrar as 11 varas da camisa que, segundo Belluzzo, paralisa a nação?
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